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Maduro e esposa são levados de helicóptero a tribunal em Nova York

Presidente venezuelano e primeira-dama enfrentam audiência nos EUA após operação que resultou na captura em Caracas e na transferência para Nova York
Por Redação
5 de janeiro de 2026 - 11:53 AM

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram levados na manhã desta segunda-feira (5) de helicóptero para a primeira audiência de custódia na Justiça Federal dos Estados Unidos, em Nova York, onde enfrentam acusações por narcoterrorismo e outros crimes graves, segundo reportagem publicada pela Exame.

Transferência sob forte segurança

O casal deixou o Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no bairro do Brooklyn, sob forte escolta policial e foi transportado de helicóptero até um heliporto em Manhattan. Ao desembarcar, seguiram em um veículo blindado até o tribunal federal para a audiência de notificação das acusações.

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Maduro está preso em Nova York desde sua captura pelos Estados Unidos em uma operação militar na capital venezuelana, Caracas, no último final de semana. A esposa dele também foi detida e é acusada, junto com o presidente, de participação em atividades criminosas.

Acusações que enfrentam

Nos Estados Unidos, o líder venezuelano responde a um indiciamento federal que inclui crimes como:

  • conspiração para narcoterrorismo;
  • conspiração para importação de cocaína;
  • posse de metralhadoras e dispositivos explosivos;
  • conspiração para posse de armamento contra os EUA.

Outras cinco pessoas também foram indiciadas na mesma ação, incluindo o filho de Maduro e altos membros do seu governo, acusados de integrar um esquema criminoso envolvendo tráfico de drogas e gangues.

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Impacto internacional

A operação que resultou na captura e transferência de Maduro provocou reação global, dividindo opiniões sobre soberania nacional, intervenção estrangeira e o futuro político da Venezuela. Nos EUA, autoridades afirmam que a prisão do presidente venezuelano é um passo para responsabilização de líderes acusados de crimes transnacionais, enquanto críticos apontam riscos legais e diplomáticos da ação.

A audiência desta segunda-feira marca o início formal do processo legal nos Estados Unidos, com desdobramentos que podem se estender por meses ou anos.

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