Menu Modal Responsivo - Jornal VIA

Saúde reforça vacinação após confirmação de caso de sarampo em São Paulo

Homem de 27 anos não vacinado foi diagnosticado na capital paulista; Secretaria alerta para alta transmissibilidade da doença e orienta população a manter imunização em dia.
Por Redação
19 de dezembro de 2025 - 12:08 PM

A confirmação de um novo caso de sarampo na cidade de São Paulo acendeu o alerta das autoridades de saúde para a importância da vacinação como principal medida de prevenção contra a doença, considerada altamente contagiosa. O diagnóstico foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, que informou a adoção de ações de vigilância e bloqueio para evitar a circulação do vírus.

O caso envolve um homem de 27 anos, não vacinado, com histórico recente de viagem internacional. Este é o segundo registro de sarampo no estado em 2025. O primeiro ocorreu em abril, também na capital paulista, segundo dados da Vigilância Epidemiológica Estadual.

Diante da confirmação, a Secretaria Municipal de Saúde intensificou a busca ativa de pessoas que tiveram contato com o paciente e reforçou o chamado para que a população verifique a situação vacinal. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente nas unidades da rede municipal de saúde.

As doses podem ser aplicadas em todas as Unidades Básicas de Saúde, com exceção da UBS Paulista, de segunda a sexta feira, das 8h às 15h. Na UBS Centro, o atendimento ocorre também em horário estendido, das 17h às 20h.

📲 Ouça nosso podcast no Spotify

O esquema vacinal prevê a primeira dose aos 12 meses de idade, com a vacina tríplice viral, e a segunda dose aos 15 meses, com a vacina tetraviral ou tríplice viral associada à varicela. Pessoas de 5 a 29 anos devem ter duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já adultos de 30 a 59 anos precisam de ao menos uma dose, caso não comprovem vacinação anterior.

A Secretaria também recomenda atenção especial à imunização de profissionais das áreas de saúde, turismo, hotelaria, transporte, alimentação e educação, por estarem mais expostos ao risco de transmissão.

A orientação é que, diante de sintomas como febre alta, manchas avermelhadas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite, a pessoa procure uma unidade de saúde e evite contato com outras pessoas.

📲 Ouça nosso podcast no Spotify