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Samu garante transporte rápido para transplante de rim e assegura prioridade a pacientes convocados

Secretaria de Saúde mantém fluxo estruturado para atender chamados da Central de Transplantes; paciente aguardava cirurgia há 13 anos
Por: Redação
5 de fevereiro de 2026 - 4:52 PM

Pacientes convocados pela Central de Transplantes para procedimentos de transplante de órgãos têm prioridade absoluta no atendimento da Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba. Para esses casos, o município conta com um fluxo de transporte definido, com acionamento imediato conforme o horário da chamada e as condições clínicas do paciente.

Nesta semana, esse protocolo garantiu o transporte de um morador de Piracicaba, de 53 anos, para a realização de um transplante de rim em Botucatu. O paciente aguardava o procedimento há 13 anos e foi levado ao Hospital das Clínicas após a confirmação da cirurgia. A equipe do Samu realizou o deslocamento, com acompanhamento da esposa, e contou com o apoio do 10º BAEP (Batalhão de Ações Especiais da Polícia) no trecho até Santa Maria da Serra, o que auxiliou na fluidez do trânsito e assegurou a chegada dentro do tempo necessário.

“Os funcionários foram muito prestativos nesse momento tão importante da nossa vida”,

relatou a esposa do paciente, Sandra Souza. Segundo ela, a cirurgia foi realizada na quarta-feira, 04/02, sem intercorrências, e a previsão é de que o paciente permaneça internado por mais uma semana para recuperação.

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Fluxo de atendimento
Quando a convocação para transplante ocorre entre 7h e 23h, o transporte é organizado pelo Sistema Integrado de Transporte da Secretaria de Saúde (Sitss). Já após as 23h ou em situações emergenciais, o acionamento deve ser feito diretamente pelo telefone 192, do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

“Em nenhuma hipótese o paciente vai perder a convocação por falha no transporte”,

ressalta a superintendente de Urgência e Emergência da Secretaria Municipal de Saúde, a médica Flávia Sá. Ela reforça a importância de que médicos, pacientes e familiares sigam exclusivamente o fluxo oficial da Secretaria de Saúde.

“O uso de canais paralelos ou a busca por apoio externo pode gerar desencontro de informações e não substitui o protocolo já estabelecido pelo município”, conclui.

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