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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; autoridades reforçam prevenção no Carnaval

Vigilância Sanitária informa que infecção ocorreu fora do Rio Grande do Sul e orienta população sobre sintomas e cuidados para evitar transmissão
Por: Redação
18 de fevereiro de 2026 - 8:14 AM

A Vigilância Sanitária de Porto Alegre confirmou nesta terça-feira (17) o primeiro caso de mpox registrado em 2026 na capital gaúcha. Segundo o órgão, a infecção foi contraída fora do Rio Grande do Sul. A identidade do paciente não foi divulgada, e o quadro clínico não foi atualizado até o momento.

O paciente procurou atendimento médico após apresentar sintomas compatíveis com a doença. A Secretaria de Saúde informou que acompanha o caso e reforçou as orientações de prevenção, especialmente por conta das aglomerações típicas do período de Carnaval.

O que é mpox
A mpox é uma infecção viral causada por um vírus da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias, saliva ou objetos contaminados. O contato íntimo e prolongado é considerado um dos principais meios de disseminação.

Entre os sintomas mais comuns estão:

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Febre
Dor de cabeça
Dores musculares
Cansaço
Gânglios inchados
Erupções cutâneas dolorosas, com bolhas ou feridas
Em alguns casos, a doença pode evoluir para quadros mais graves, exigindo acompanhamento médico.

Medidas de prevenção
Com a confirmação do caso, a prefeitura de Porto Alegre reforçou medidas preventivas para a população. Entre as recomendações estão:

Higienizar as mãos com frequência, utilizando água e sabão ou álcool em gel
Evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como copos, talheres, garrafas, roupas e toalhas
Evitar contato físico ou íntimo com pessoas que apresentem lesões suspeitas
Utilizar máscaras em ambientes com aglomeração intensa, caso haja circulação ativa do vírus
A administração municipal também orienta que foliões façam uma autoavaliação antes de participar de eventos, observando a presença de bolhas ou feridas na pele. Em caso de sintomas, a recomendação é procurar uma unidade de saúde.

Contexto e vigilância
Especialistas alertam que, embora o número de casos esteja controlado em diversas regiões, a mpox ainda exige vigilância constante. O monitoramento é considerado fundamental para evitar novos surtos, principalmente em períodos de grande circulação de pessoas.

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A recomendação das autoridades sanitárias é clara: informação correta e prevenção continuam sendo as principais ferramentas para conter a transmissão.

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