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TCU arquiva processo sobre viagem de Janja aos Estados Unidos

Tribunal de Contas da União considerou improcedentes as acusações sobre despesas da primeira-dama durante viagem a Nova York em 2025. Caso havia sido apresentado por deputado federal da oposição.
Por: Redação
21 de julho de 2026 - 9:15 AM

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu arquivar o processo que investigava possíveis irregularidades relacionadas à viagem da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, aos Estados Unidos, realizada em setembro de 2025.

A decisão foi proferida pelo ministro Jorge Oliveira, relator do caso, que concluiu não haver elementos que comprovassem desvio de finalidade ou uso irregular de recursos públicos durante a missão oficial.

Pedido foi apresentado por deputado federal
A representação foi protocolada pelo deputado federal Filipe Barros (PL-PR), que, à época, presidia a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.

O parlamentar questionava a legalidade da viagem antecipada de Janja a Nova York, realizada três dias antes da chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que participou da 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

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No período, a primeira-dama cumpriu compromissos oficiais relacionados à preparação da COP30, conferência da ONU sobre mudanças climáticas, atuando como enviada especial para temas ligados às mulheres.

TCU não encontrou irregularidades
Ao analisar o processo, o relator destacou que as despesas e a atuação da primeira-dama já haviam sido examinadas anteriormente pelo próprio Tribunal de Contas da União.

Segundo a decisão, as investigações não identificaram elementos que caracterizassem irregularidades, desvio de finalidade ou utilização indevida de recursos públicos, motivo pelo qual o processo foi arquivado.

Janja atribuiu críticas à misoginia
Em entrevistas concedidas anteriormente, Janja afirmou que parte das críticas relacionadas às viagens oficiais decorre de preconceito contra mulheres em posições de destaque.

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Ela também explicou que utiliza classe executiva em deslocamentos internacionais por determinação dos protocolos de segurança definidos pela Polícia Federal, e afirmou que todos os gastos realizados em missões oficiais são públicos e sujeitos à fiscalização dos órgãos de controle.

Decisão encerra análise no TCU
Com o arquivamento, o Tribunal de Contas da União encerra a análise do caso, concluindo que não foram encontradas irregularidades nas despesas relacionadas à viagem oficial da primeira-dama aos Estados Unidos.

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