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Irã rejeita plano de paz dos EUA e afirma que não aceitará pressão de Trump

Proposta com 15 pontos foi intermediada pelo Paquistão enquanto conflito no Oriente Médio segue com ataques em vários países
Por: Redação
26 de março de 2026 - 9:26 AM

O governo do Irã rejeitou nesta quarta-feira (25) uma proposta de paz apresentada pelos Estados Unidos para encerrar o atual conflito no Oriente Médio. O plano, com 15 pontos, foi enviado ao país por meio do Paquistão, que atua como intermediador nas negociações.

Segundo autoridades iranianas, a decisão sobre o fim da guerra não será determinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “A guerra terminará quando o Irã decidir encerrá la”, afirmou uma fonte do governo iraniano, sob anonimato, em declaração à imprensa estatal.

O conteúdo completo da proposta não foi confirmado de forma independente, mas inclui pontos relacionados ao programa nuclear iraniano, à atuação de aliados do país na região e à garantia de navegação no Estreito de Ormuz. Em troca, haveria suspensão de sanções internacionais e apoio ao uso civil da energia nuclear.

Mesmo com movimentações diplomáticas, os confrontos continuam em diferentes frentes. Nas últimas horas, foram registrados ataques no Irã, Israel, Líbano e outros países do Oriente Médio. A Marinha iraniana afirmou ter lançado mísseis contra um porta aviões dos Estados Unidos na região do Golfo.

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Israel também confirmou bombardeios em cidades iranianas, incluindo Teerã e Isfahan. No Líbano, ataques aéreos atingiram áreas ligadas ao grupo Hezbollah, ampliando a escalada do conflito.

Apesar da intensificação dos combates, fontes diplomáticas indicam que negociações seguem nos bastidores. Especialistas avaliam que um acordo depende de concessões de ambos os lados, sem perda de influência política.

O conflito já provoca impactos globais, especialmente no mercado de energia. O bloqueio do Estreito de Ormuz elevou o preço do petróleo e acendeu alertas sobre uma possível crise econômica internacional.

A situação é acompanhada com atenção no Brasil, inclusive em cidades do interior paulista como Piracicaba, onde oscilações no preço dos combustíveis e na economia podem ser sentidas de forma direta pela população.

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