As eleições de 2026 promoveram uma ampla renovação no Senado Federal. Dos 32 senadores que buscaram a reeleição no pleito de domingo (4), apenas 14 conseguiram renovar seus mandatos. Com isso, 40 das 54 cadeiras em disputa serão ocupadas por novos parlamentares a partir de 2027.
A taxa de renovação chegou a 74%, inferior à registrada nas eleições de 2018, quando 46 das 54 vagas mudaram de ocupante, representando cerca de 85% das cadeiras em disputa.
Senadores reeleitos
Os parlamentares que garantiram mais um mandato de oito anos foram:
- Alessandro Vieira (MDB-SE)
- Carlos Portinho (PL-RJ)
- Cid Gomes (PSB-CE)
- Eduardo Braga (MDB-AM)
- Eduardo Gomes (PL-TO)
- Humberto Costa (PT-PE)
- Jaques Wagner (PT-BA)
- Lucas Barreto (PSD-AP)
- Marcelo Castro (MDB-PI)
- Marcio Bittar (PL-AC)
- Plínio Valério (PSDB-AM)
- Rogério Carvalho (PT-SE)
- Styvenson Valentim (Podemos-RN)
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
Entre os nomes que não conseguiram a reeleição estão o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues (PT-AP).
Composição da Casa muda em 2027
Nas eleições deste ano, os brasileiros escolheram dois terços do Senado, equivalente a 54 das 81 cadeiras da Casa. Os eleitos assumem o mandato em 1º de fevereiro de 2027, com duração de oito anos.
Mesmo entre os parlamentares atualmente em exercício, a composição do Senado sofrerá novas alterações. Os senadores Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR), por exemplo, foram eleitos governadores e deixarão seus mandatos. Já Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) disputarão o segundo turno das eleições para os governos estaduais.
Com a nova configuração, o PL passa a formar a maior bancada do Senado a partir da próxima legislatura.





