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Planos de saúde coletivos devem ter reajuste entre 8% e 11% em 2026

Índice previsto indica desaceleração após altas mais intensas no pós pandemia, mas ainda supera a inflação projetada para o período
Por: Redação
5 de maio de 2026 - 9:44 AM

Os planos de saúde coletivos devem registrar reajustes entre 8% e 11% em 2026, segundo estimativas do setor. Caso confirmado, o aumento representa uma desaceleração em relação aos últimos anos, quando os índices chegaram a 11,15% em 2024 e atingiram o pico de 14,14% em 2023.

Pressão pós pandemia elevou reajustes
Após a pandemia, as operadoras aplicaram reajustes mais elevados devido ao aumento dos custos assistenciais e à pressão sobre os resultados financeiros. Com menor margem de negociação, especialmente em contratos coletivos empresariais, os percentuais foram significativamente ampliados nesse período.

Falta de regulação direta nos planos coletivos
Diferentemente dos planos individuais e familiares, os planos coletivos não têm reajustes definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Nesses casos, os índices são negociados diretamente entre operadoras e contratantes, o que pode gerar variações mais expressivas e menos previsibilidade para os usuários.

Aumento acima da inflação
Mesmo com a tendência de desaceleração, o aumento previsto ainda deve ficar acima da inflação geral do país. De acordo com o Boletim Focus, a projeção atual é de 4,86% para o índice inflacionário, o que mantém a pressão sobre o orçamento de empresas e beneficiários.

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A definição final dos reajustes deve ocorrer ao longo do ano, conforme a renovação dos contratos entre operadoras e empresas.

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