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Auxílio aluguel ajuda mulheres vítimas de violência a recomeçar em Piracicaba

Benefício atende atualmente 32 mulheres e integra política de proteção e enfrentamento à violência doméstica
Por: Redação
16 de abril de 2026 - 9:22 PM

O auxílio aluguel tem sido uma ferramenta de apoio para mulheres em situação de violência doméstica em Piracicaba. Atualmente, 32 mulheres são atendidas pelo benefício, que busca garantir segurança, autonomia e condições para recomeço.

Acolhimento e recomeço
O acesso ao benefício ocorre por meio da rede de atendimento do município, que inclui o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), vinculado à Secretaria de Assistência, Desenvolvimento Social e Família.

Uma das beneficiárias, identificada como T.V.S., relata que buscou ajuda após enfrentar uma situação de violência em 2025. Sem apoio familiar e em condição de vulnerabilidade, ela encontrou acolhimento no serviço público.

“Foi ali que senti que não estava sozinha”, afirmou.

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Apoio financeiro e segurança
Desde dezembro, T. passou a receber R$ 500 mensais por meio do programa, valor que contribui para despesas como moradia, alimentação e saúde.

Segundo o relato, o benefício ajudou a evitar a perda do imóvel e proporcionou maior estabilidade para reorganizar a vida. “Hoje eu tenho mais força para falar, para não me silenciar”, disse.

Política pública de enfrentamento
De acordo com o secretário de Assistência, Desenvolvimento Social e Família, Edvaldo Brito, o auxílio vai além do suporte financeiro.

“É uma política que rompe o ciclo da violência e salva vidas”, afirmou.

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A coordenadora do CRAM, Fabiana Menegon, destaca que o benefício contribui para oferecer condições mínimas para que as mulheres possam se reestruturar.

Ampliação e acompanhamento
Das 32 mulheres atendidas atualmente, 15 já tiveram o benefício prorrogado e outras 15 aguardam análise. A extensão pode ser concedida por mais seis meses, conforme avaliação técnica.

A Prefeitura realiza acompanhamento contínuo dos casos e articulação com a rede de assistência para ampliar o acesso ao programa.

Quem pode solicitar
Podem solicitar o auxílio mulheres que:

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residam no Estado de São Paulo
possuam medida protetiva com base na Lei Maria da Penha
tenham renda familiar de até dois salários mínimos antes da separação
estejam em situação de vulnerabilidade
estejam inscritas no CadÚnico
Como buscar atendimento
O acesso ao benefício deve ser feito por meio dos serviços da assistência social, como CRAS, CREAS ou diretamente no CRAM, onde é realizado o acolhimento e a avaliação técnica.

Rede de apoio
O CRAM funciona na rua José Ferraz de Camargo, 222, no bairro São Dimas.

Outras unidades de atendimento estão distribuídas em diferentes regiões da cidade, oferecendo suporte e orientação às mulheres em situação de violência.

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