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Cientistas identificam molécula que reduz crescimento de células cancerígenas

Estudo internacional aponta mecanismo que interfere no metabolismo tumoral com baixo impacto em tecidos saudáveis
Por: Redação
25 de março de 2026 - 10:35 AM

Pesquisadores das universidades de Genebra e Marburg identificaram uma molécula com potencial de reduzir o crescimento de células cancerígenas sem afetar significativamente tecidos saudáveis. O estudo foi publicado em revista científica internacional e os resultados foram divulgados em 24 de março de 2026.

A pesquisa analisou a chamada D-cisteína, uma variação de um aminoácido presente no organismo. Segundo os cientistas, essa substância atua diretamente no metabolismo das células tumorais, comprometendo sua capacidade de gerar energia e se multiplicar.

Como funciona o mecanismo

De acordo com o estudo, algumas células cancerígenas possuem estruturas específicas que permitem a entrada da D-cisteína com maior facilidade do que em células saudáveis.

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Após penetrar na célula, a substância interfere no funcionamento de uma enzima ligada à produção de energia. Esse bloqueio reduz a atividade celular, provoca falhas no funcionamento interno e limita a capacidade de divisão das células tumorais.

Como resultado, o crescimento do tumor tende a desacelerar.

Efeito seletivo

Os pesquisadores destacam que o principal diferencial da estratégia está na seletividade. Como a entrada da molécula ocorre com maior intensidade em células doentes, o impacto sobre tecidos saudáveis tende a ser reduzido.

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Testes iniciais realizados em modelos animais indicaram diminuição do crescimento tumoral sem sinais relevantes de toxicidade.

Limitações e fase de pesquisa

Especialistas alertam que os resultados ainda estão em fase inicial e restritos a estudos laboratoriais e testes em animais.

Segundo avaliação de pesquisadores da área oncológica, há um longo processo até que a substância possa ser utilizada em tratamentos clínicos. Isso inclui etapas de testes em humanos para avaliar segurança, dosagem e eficácia.

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Possível uso futuro

A expectativa é que, caso os resultados sejam confirmados, a molécula possa ser utilizada como terapia complementar, atuando na desaceleração do crescimento tumoral em conjunto com tratamentos já existentes.

Novos estudos devem avançar para as próximas fases de desenvolvimento clínico, seguindo protocolos internacionais de validação científica.

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