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Trump afirma que EUA destruíram instalações de drogas na Venezuela e eleva tensão entre os países

Presidente americano diz que ação ocorreu na última semana, mas não apresenta detalhes; governo venezuelano e autoridades dos EUA não confirmaram oficialmente a operação.
Por: Redação
30 de dezembro de 2025 - 10:56 AM

A relação diplomática entre Estados Unidos e Venezuela voltou a ficar sob tensão após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que seu país teria destruído, na semana passada, instalações utilizadas para armazenamento e produção de drogas em território venezuelano.

A declaração foi feita na sexta-feira (26) durante uma conversa com o bilionário John Catsimatidis, aliado político de Trump e proprietário da rádio WABC, nos Estados Unidos. Segundo o presidente, os EUA teriam “destruído” locais ligados ao narcotráfico, sem fornecer detalhes sobre a localização exata, o tipo de operação realizada ou se houve participação direta de tropas em solo.

Embora Trump não tenha citado nominalmente a Venezuela durante a entrevista, veículos da imprensa americana, como o jornal The New York Times, informaram que fontes do governo confirmaram que o presidente se referia a uma suposta fábrica de drogas localizada no país sul-americano.

Até o momento, nem as Forças Armadas dos Estados Unidos, nem a Agência Central de Inteligência (CIA), tampouco a Casa Branca se pronunciaram oficialmente sobre a alegada operação. O governo venezuelano também não confirmou qualquer ataque ou ação militar americana em seu território.

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Caso a informação seja confirmada, esta seria a primeira intervenção terrestre dos Estados Unidos na Venezuela desde o início da campanha de operações militares americanas na região do Caribe, o que representaria uma escalada significativa no histórico de tensões entre Washington e Caracas.

Especialistas em política internacional avaliam que a falta de informações oficiais e a ausência de confirmações tornam o episódio sensível, podendo gerar repercussões diplomáticas e aumentar a instabilidade regional. Até agora, o caso segue cercado de incertezas e versões não oficializadas.

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