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Retrospectiva 2025: incêndios, estiagem e enchentes marcaram o ano em Piracicaba e região

Eventos extremos ligados ao clima impactaram cidades da região ao longo de 2025, com queimadas, períodos de seca severa e alagamentos que afetaram moradores e o meio ambiente.
Por: Redação
30 de dezembro de 2025 - 10:08 AM

O ano de 2025 foi marcado por uma sequência de eventos climáticos extremos em Piracicaba e cidades da região. Incêndios florestais, longos períodos de estiagem e chuvas intensas que provocaram enchentes estiveram entre os principais desafios enfrentados pela população e pelo poder público ao longo do ano.

Um dos destaques foi o aumento expressivo de focos de incêndio em áreas de vegetação, especialmente no mês de setembro. Em Piracicaba, um dos casos mais graves ocorreu na Serra do Monte Branco, onde o fogo consumiu cerca de 50 hectares de vegetação. As chamas chegaram a áreas próximas da Estação Ecológica de Ibicatu, considerada uma região de proteção ambiental e referência para pesquisas científicas.

Além das queimadas, a estiagem também chamou a atenção. Agosto de 2025 foi considerado o mês mais seco dos últimos cinco anos, segundo dados da estação meteorológica da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP). O baixo volume de chuvas contribuiu para a redução do nível dos rios e agravou problemas ambientais, como a mortandade de peixes registrada no Rio Piracicaba ao longo do ano.

Em contrapartida, períodos de chuva intensa provocaram transtornos significativos. Em fevereiro, a cheia do Rio Capivari causou alagamentos em diversos pontos da cidade de Capivari, deixando famílias desalojadas e desabrigadas. Já em dezembro, Piracicaba registrou o maior volume de chuva do ano em um único dia, com mais de 100 milímetros acumulados, resultando na queda de árvores, bloqueio de vias e danos à infraestrutura urbana.

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Os episódios reforçaram o impacto das mudanças climáticas na região e a necessidade de ações preventivas, tanto no combate a incêndios quanto no planejamento urbano para minimizar os efeitos de enchentes e períodos prolongados de seca.

Ao longo de 2025, órgãos como a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e secretarias municipais atuaram de forma contínua para responder às ocorrências, enquanto especialistas alertaram para a importância da preservação ambiental e do monitoramento climático como medidas essenciais para os próximos anos.

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