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Putin eleva tensão com a Europa ao dizer que “não restará ninguém” se guerra for iniciada

Declarações foram dadas nesta terça (2) e aumentam o clima de instabilidade nas negociações de paz envolvendo Rússia, Ucrânia, EUA e líderes europeus.
Por: Redação
3 de dezembro de 2025 - 1:02 PM

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez nesta terça-feira (2) um dos discursos mais duros desde o início da guerra na Ucrânia, afirmando que o país “está pronto” caso nações europeias decidam iniciar um conflito direto contra Moscou. Apesar do tom de ameaça, o líder russo negou planos imediatos de atacar a Europa.

A fala foi registrada por veículos internacionais após encontro de Putin com representantes do governo dos Estados Unidos. O presidente russo disse que uma guerra no continente teria consequências devastadoras.

“Isso não é a Ucrânia. Com a Ucrânia, agimos de forma muito cirúrgica e cuidadosa. Se a Europa decidir começar uma guerra, a situação pode chegar, muito rapidamente, a um ponto que não restará ninguém”, afirmou Putin.

As declarações vêm em meio ao impasse sobre o plano de paz elaborado pelo governo norte-americano. A Rússia rejeitou pontos defendidos por Ucrânia e líderes europeus durante as discussões, aumentando o distanciamento entre as partes.

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Putin criticou publicamente trechos considerados “inaceitáveis” e afirmou que somente aceitará propostas que, segundo ele, garantam “segurança real” à Rússia. A resposta gerou preocupação entre diplomatas europeus, que veem risco de escalada na retórica e nas ações militares.

O governo americano tenta avançar nas negociações e enviou emissários a Moscou nos últimos dias. O objetivo é ajustar o plano de paz inicialmente apresentado e evitar a ampliação do conflito para outros países, cenário considerado crítico por analistas internacionais.

Enquanto isso, na Europa, governos reforçam sua preparação militar diante do impasse diplomático. Autoridades de defesa afirmam que monitoram com atenção as declarações de Putin e defendem unidade entre os países da OTAN.

A tensão permanece alta, e não há previsão para uma nova rodada de negociações formais entre as delegações.

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