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Trump ameaça destruir Irã caso ultimato não seja cumprido, diz presidente dos EUA

Declaração eleva tensão internacional e pode impactar economia global, com reflexos indiretos no Brasil e no interior paulista
Por Redação
7 de abril de 2026 - 3:04 PM

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (7) que poderá ordenar a destruição da infraestrutura do Irã caso o país não cumpra um ultimato até a noite. A declaração foi feita na rede Truth Social e intensifica a crise envolvendo o Estreito de Ormuz, região estratégica para o transporte mundial de petróleo.

Segundo Trump, “toda uma civilização morrerá” caso não haja acordo. O republicano não detalhou quais ações seriam tomadas, mas já havia mencionado anteriormente a possibilidade de ataques a pontes, usinas de energia e outras estruturas essenciais iranianas.

O prazo estipulado termina às 21h no horário de Brasília. Entre as exigências dos Estados Unidos estão a suspensão do programa nuclear iraniano e a reabertura do Estreito de Ormuz — ponto por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo.

Escalada de tensão global
A ameaça ocorre em meio a um cenário já delicado. O Irã teria suspendido negociações com os EUA e descartado participar de propostas de cessar fogo, enquanto potências como China e Rússia se posicionam contra medidas de pressão no Conselho de Segurança da ONU.

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A fala de Trump também sugere possibilidade de mudança de regime no Irã, ao mencionar “mentes mais inteligentes e menos radicalizadas”, o que amplia a preocupação internacional sobre uma eventual intervenção direta.

Possíveis impactos no Brasil
Embora o conflito ocorra no Oriente Médio, os efeitos podem chegar rapidamente ao Brasil. Uma escalada militar tende a pressionar o preço do petróleo, o que impacta combustíveis, transporte e inflação.

Em cidades como Piracicaba, onde o custo logístico influencia diretamente setores como agronegócio e indústria, qualquer alta nos combustíveis pode refletir no preço de alimentos e serviços.

O que esperar
O desfecho depende da resposta iraniana ao ultimato. Há expectativa de movimentações diplomáticas de última hora, mas o risco de confronto direto permanece elevado.

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A comunidade internacional acompanha o caso como um dos momentos mais críticos da geopolítica recente, com potencial de efeitos globais imediatos.