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Pix já pode ser usado para pagamentos presenciais em oito países; modalidade reduz custos para turistas

Brasileiros podem utilizar o sistema de pagamentos em estabelecimentos do exterior por meio do aplicativo do banco, com conversão automática da moeda e custos menores que o cartão de crédito.
Por: Redação
31 de julho de 2026 - 2:08 PM

O Pix já pode ser utilizado por turistas brasileiros para realizar pagamentos presenciais em estabelecimentos de oito países. A funcionalidade está disponível por meio de parcerias entre instituições financeiras, fintechs brasileiras e empresas internacionais de meios de pagamento, permitindo que as transações sejam feitas diretamente pelo aplicativo do banco.

Atualmente, o serviço funciona no Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha e França.

Apesar da expansão, o Banco Central esclarece que não existe um Pix internacional oficial operado pelo governo brasileiro. As operações são realizadas por empresas autorizadas a atuar no mercado de câmbio, responsáveis pela conversão do valor em tempo real e pelo repasse ao comerciante na moeda local.

Como funciona
O processo é semelhante ao utilizado no Brasil. O estabelecimento gera um QR Code, que é escaneado pelo cliente por meio do aplicativo bancário. Antes da confirmação do pagamento, o sistema informa o valor já convertido para reais, incluindo as taxas da operação.

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Após a autenticação por senha ou biometria, a empresa intermediária realiza a conversão cambial e efetua o pagamento ao estabelecimento na moeda do país.

Economia para quem viaja
Um dos principais atrativos da modalidade é a redução dos custos em relação ao cartão de crédito internacional.

Enquanto as compras feitas no cartão estão sujeitas à cobrança de 5,38% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), além da cotação do dólar turismo, os pagamentos via Pix utilizam o câmbio comercial e têm tributação menor, tornando as compras potencialmente mais econômicas.

Outra vantagem é evitar a necessidade de transportar dinheiro em espécie ou realizar trocas de moeda em casas de câmbio durante a viagem.

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Expansão do serviço
A disponibilidade do Pix no exterior depende de acordos firmados entre bancos, fintechs e empresas responsáveis pelas maquininhas de pagamento em cada país.

Segundo empresas do setor, a procura pelo serviço vem crescendo à medida que mais estabelecimentos passam a aceitar pagamentos por QR Code realizados por turistas brasileiros.

Embora o Banco Central ainda não divulgue estatísticas específicas sobre o uso presencial do Pix fora do país, empresas que operam a solução informam crescimento contínuo no volume de transações internacionais.

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