Um levantamento indica que 20 estados brasileiros já confirmaram adesão à proposta do governo federal de subsidiar o diesel, em meio à alta dos combustíveis impulsionada por tensões no Oriente Médio. A medida busca reduzir o impacto dos preços no mercado interno.
Como funciona o subsídio
A proposta prevê uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Desse total, metade será bancada pela União e a outra metade pelos estados, com divisão igual de R$ 0,60 para cada lado.
A iniciativa faz parte de um esforço para conter a inflação e minimizar os efeitos do aumento internacional do petróleo sobre o transporte e o custo de vida.
Estados que já confirmaram adesão
Entre os estados que já aderiram estão São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal e outras unidades da federação.
Negociações ainda em andamento
Outros estados como Acre, Ceará, Pernambuco e Rondônia sinalizaram que devem aderir à medida, mas ainda não oficializaram a decisão.
Já Amapá, Pará e Rio de Janeiro ainda não se posicionaram sobre a proposta. No caso do Rio, a decisão deve ocorrer após a publicação oficial da medida provisória.
Impacto econômico
A adoção do subsídio pode influenciar diretamente setores dependentes do transporte rodoviário, como logística, agronegócio e comércio. A expectativa é que a redução no preço do diesel ajude a aliviar pressões inflacionárias e custos operacionais em diferentes regiões do país.





