O setor de venda direta segue em expansão no Brasil e no mundo, com forte presença feminina entre os empreendedores independentes. Dados da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) apontam que, em 2024, o segmento reuniu 104,3 milhões de pessoas globalmente, sendo 72,1% mulheres.
Na prática, isso representa mais de 75 milhões de mulheres atuando no modelo de venda direta para geração de renda.
No Brasil, elas também lideram o setor. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), cerca de 60% da força de vendas no país é composta por mulheres.
Flexibilidade atrai empreendedoras
Especialistas apontam que o crescimento feminino no segmento está ligado principalmente à flexibilidade do modelo de negócio, que permite conciliar rotina familiar, trabalho e geração de renda.
Outro fator considerado decisivo é o baixo investimento inicial exigido em comparação a outros formatos de empreendedorismo.
Além da possibilidade de renda complementar, muitas empreendedoras utilizam a venda direta como principal fonte de faturamento.
Redes sociais ampliam oportunidades
Com o avanço das plataformas digitais, o setor passou por transformações importantes nos últimos anos.
Atualmente, grande parte das vendas é realizada por redes sociais, aplicativos de mensagens e plataformas online, ampliando o alcance dos empreendedores e reduzindo custos operacionais.
O modelo também permite diferentes formas de atuação, desde vendas diretas ao consumidor até gestão de equipes, programas de fidelização e comercialização de produtos preparados em espaços próprios.
Mercado segue em crescimento
O setor de venda direta é considerado um dos principais canais de empreendedorismo acessível no país, especialmente para mulheres em busca de autonomia financeira e flexibilidade profissional.
A expansão do ambiente digital e o crescimento do comércio online também impulsionam novas oportunidades para pequenos empreendedores em diferentes regiões do Brasil.






