Um eclipse solar anular foi observado na manhã desta terça feira (17) em regiões do hemisfério sul, principalmente na Antártica e em áreas do continente africano. O fenômeno não pôde ser visto do Brasil.
No eclipse anular, a Lua passa entre a Terra e o Sol, mas não cobre completamente o disco solar. Como resultado, forma se um círculo luminoso ao redor da Lua, conhecido como “anel de fogo”.
Onde o fenômeno foi visível
De acordo com previsões astronômicas, a Antártica foi a principal região onde o eclipse pôde ser observado em sua forma mais completa. Já áreas do Pacífico Sul, do Oceano Índico e uma faixa próxima à África do Sul registraram visualização parcial.
Na Cidade do Cabo, na África do Sul, entusiastas se reuniram no Observatório Astronômico local para acompanhar o fenômeno. Segundo relatos da agência Reuters, apenas cerca de 5% do disco solar foi ocultado na região.
Os visitantes utilizaram óculos específicos para eclipse e telescópios com filtros solares. O observatório também disponibilizou ao público um telescópio de 180 anos, que projetava a imagem do Sol em uma tela para observação segura.
Próximos eclipses em 2026
O calendário astronômico ainda prevê outros fenômenos ao longo do ano:
3 de março: eclipse lunar total, visível nas Américas, Ásia e Austrália. Conhecido como “Lua de Sangue”, ocorre quando a Lua entra na sombra da Terra e adquire tonalidade avermelhada.
12 de agosto: eclipse solar total visível na Groenlândia, Islândia, Espanha, Rússia e Portugal.
27 e 28 de agosto: eclipse lunar parcial visível nas Américas, Europa e África.
A recomendação é nunca olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada, mesmo em eclipses parciais.





