A Vigilância Sanitária de Porto Alegre confirmou nesta terça-feira (17) o primeiro caso de mpox registrado em 2026 na capital gaúcha. Segundo o órgão, a infecção foi contraída fora do Rio Grande do Sul. A identidade do paciente não foi divulgada, e o quadro clínico não foi atualizado até o momento.
O paciente procurou atendimento médico após apresentar sintomas compatíveis com a doença. A Secretaria de Saúde informou que acompanha o caso e reforçou as orientações de prevenção, especialmente por conta das aglomerações típicas do período de Carnaval.
O que é mpox
A mpox é uma infecção viral causada por um vírus da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias, saliva ou objetos contaminados. O contato íntimo e prolongado é considerado um dos principais meios de disseminação.
Entre os sintomas mais comuns estão:
Febre
Dor de cabeça
Dores musculares
Cansaço
Gânglios inchados
Erupções cutâneas dolorosas, com bolhas ou feridas
Em alguns casos, a doença pode evoluir para quadros mais graves, exigindo acompanhamento médico.
Medidas de prevenção
Com a confirmação do caso, a prefeitura de Porto Alegre reforçou medidas preventivas para a população. Entre as recomendações estão:
Higienizar as mãos com frequência, utilizando água e sabão ou álcool em gel
Evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como copos, talheres, garrafas, roupas e toalhas
Evitar contato físico ou íntimo com pessoas que apresentem lesões suspeitas
Utilizar máscaras em ambientes com aglomeração intensa, caso haja circulação ativa do vírus
A administração municipal também orienta que foliões façam uma autoavaliação antes de participar de eventos, observando a presença de bolhas ou feridas na pele. Em caso de sintomas, a recomendação é procurar uma unidade de saúde.
Contexto e vigilância
Especialistas alertam que, embora o número de casos esteja controlado em diversas regiões, a mpox ainda exige vigilância constante. O monitoramento é considerado fundamental para evitar novos surtos, principalmente em períodos de grande circulação de pessoas.
A recomendação das autoridades sanitárias é clara: informação correta e prevenção continuam sendo as principais ferramentas para conter a transmissão.





