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Pesquisa brasileira sobre lesão medular viraliza e aguarda autorização para ampliar testes

Descoberta liderada por cientista da UFRJ aponta recuperação de movimentos em pacientes com lesão grave na medula espinhal
Por Redação
16 de fevereiro de 2026 - 4:53 PM

Uma pesquisa conduzida pela cientista brasileira Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ganhou destaque nas redes sociais nesta semana após a divulgação de resultados preliminares envolvendo uma nova molécula chamada polilaminina.

De acordo com as informações compartilhadas, a substância é derivada da placenta humana e atuaria como uma espécie de “cola biológica”, auxiliando na reconexão de neurônios rompidos na medula espinhal.

Resultados preliminares
Segundo os dados divulgados, seis pacientes com lesões graves na medula apresentaram recuperação parcial de movimentos após participação nos estudos clínicos iniciais. Entre os casos citados está o de Bruno Drummond, que teria voltado a andar e a dançar após o procedimento.

Lesões na medula espinhal são tradicionalmente consideradas de difícil reversão pela medicina. Estimativas globais apontam que a condição afeta mais de 15 milhões de pessoas no mundo.

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Próximos passos
A equipe de pesquisa aguarda autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ampliar os testes clínicos. Caso os resultados sejam confirmados em estudos mais amplos e controlados, a descoberta pode representar um avanço significativo na neurologia.

Especialistas ressaltam que, em pesquisas dessa natureza, os resultados iniciais precisam ser validados por etapas rigorosas antes de qualquer aplicação em larga escala.

Repercussão nas redes
A divulgação do estudo gerou ampla repercussão nas redes sociais, com manifestações de apoio à cientista e à pesquisa científica nacional. Usuários destacaram a importância do investimento em universidades públicas e na valorização da ciência brasileira.

A trajetória da pesquisadora e os desdobramentos do estudo seguem sendo acompanhados pela comunidade científica e por pacientes que convivem com lesões medulares.

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